Crítica do filme "Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar"

No filme "Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra" conhecemos o irreverente e caricato Capitão Jack Sparrow, ele viveu suas aventuras ao lado do cativante casal Will Turner e Elizabeth Swann. O que vemos 14 anos depois em "Piratas do Caribe: A Vingança do Salazar"? O irreverente e caricato Jack Sparrow vivendo uma aventura ao lado de um jovem casal. Pois é, depois de uma amarga experiência com o quarto filme da franquia eles resolveram seguir aquele ditado: não se mexe em time que está ganhando.
Foi muito inteligente eles atrelarem essa nova história ao casal dos primeiro filmes - interpretado por Keira Knightley e Orlando Bloom - mesmo que eles só tenham efetivamente aparecido por poucos minutos (segundos no caso de Keira) o público com certeza anseia em vê-los mais uma vez na tela.

O astro Paul McCartney também aparece no longa e, apesar da sua aparição curta, conseguiu entreter o público como o tio de Sparrow.
A trilha sonora é algo que sempre será motivo para elogios. Com músicas empolgantes e bem encaixadas, principalmente, em momentos de luta o espectador sente-se parte da aventura. Os efeitos merecem elogios também, apesar de um pouco exagerados em algumas cenas, conseguiram convencer na maior parte.
Vale lembrar que o roteirista Terry Rossio, que é o responsável por outros filmes da franquia disse que Depp teria negado participar do filme ao ler o roteiro inicial que contava com uma mulher como vilã, segundo ele Depp achava algo redundante já que o mesmo tinha acabado de gravar um filme onde a vilã também era uma mulher (Sombras da noite). O que para nós não parece uma desculpa convincente.
